domingo, 4 de novembro de 2012

SÓ SEI QUE NADA SEI.


Fico incomodada com a arrogância da ignorância.
A ignorância no sentido de não saber, acompanhada de ter orgulho do fato.
“Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe”.
É um pouco como a fábula da raposa e das uvas. As uvas estão lá, a raposa tenta, tenta e tenta pegar. Como não consegue, decide desdenhar: “Estão verdes mesmo...”
Eu já sou a favor de tentar conseguir um banquinho emprestado, perguntar para quem já pegou umas uvas legais como foi que ele conseguiu. Trocar uma ideia com alguém que entenda de uvas...
E aí, quem sabe, eu consiga pegar umazinhas também e usufruir não só das uvas, mas da companhia das pessoas que me ensinaram.
Mas se não der, não deu também. Nada de obsessão com uvas.
A vida segue e a gente busca outras coisas, sempre.
Só sei que nada sei.
E a frase do dia é de minha autoria mesmo, porque estou um pouquinho arrogante hoje...

P.S. : “ Só sei que nada sei “ é de...? Procure no Google, não tem desculpa!