Fico
incomodada com a arrogância da ignorância.
A ignorância
no sentido de não saber, acompanhada de ter orgulho do fato.
“Não sei,
não quero saber e tenho raiva de quem sabe”.
É um pouco
como a fábula da raposa e das uvas. As uvas estão lá, a raposa tenta, tenta e
tenta pegar. Como não consegue, decide desdenhar: “Estão verdes mesmo...”
Eu já sou a
favor de tentar conseguir um banquinho emprestado, perguntar para quem já pegou
umas uvas legais como foi que ele conseguiu. Trocar uma ideia com alguém que
entenda de uvas...
E aí, quem
sabe, eu consiga pegar umazinhas também e usufruir não só das uvas, mas da
companhia das pessoas que me ensinaram.
Mas se não
der, não deu também. Nada de obsessão com uvas.
A vida segue
e a gente busca outras coisas, sempre.
Só sei que
nada sei.
E a frase do
dia é de minha autoria mesmo, porque estou um pouquinho arrogante hoje...
P.S. : “ Só sei que nada sei “ é de...? Procure no Google, não tem desculpa!
